O BID lançou na semana passada um processo para limitar as emissões de gees por projetos financiados pela instituição. A geração térmica a carvão mineral foi o primeiro segmento abrangido pelas restrições de impacto ambiental imposta pelo organismo multinacional. A intenção é expandir as exigências para todos os setores beneficiados com os empréstimos, como petróleo e gás. No caso das térmicas a carvão, só as usinas com as tecnologias de menor emissão serão contempladas com financiamento. Com isso, o BID decidiu não conceder mais financiamentos para os projetos movidos a carvão pulverizado subcrítico, devido à eficiência mais baixa dessa tecnologia e ao nível mais elevado de emissões de CO2 resultante. As novas diretrizes também tiraram da fila de empréstimos as usinas a “combustão em leito fluidizado circulante”, a menos que essas usinas alcancem um limiar de pelo menos 36% de eficiência líquida na conversão de combustível em energia. (CanalEnergia – 10.11.2009)
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